
Chick-lit é aquela "literatura de mulherzinha" - a boa e velha Comédia Romântica - e, provavelmente, o genêro que mais cresce atualmente.
O motivo do sucesso se deve à identificação do leitor com a personagem. Qual a mulher que nunca se sentiu meio Bridget Jones com uns quilinhos a mais, ou uma Becky Bloom, que não pode ver liquidação? A forma cômica de retratar os dramas femininos é a fórmula do sucesso desses livros agua com açucar, mas indispensáveis.
As críticas em cima do estilo nascem por causa da "pobreza de ideias" que eles trazem. Mas aí é que tá: o chick-lit não se leva a sério, e isso é uma das melhores coisas dele. O gênero não veio revolucionar nada, nem trazer perguntas que ninguém pode responder. Nasceu, simplesmente, para dar mais risadas das situações do cotidiano da mulher, em um mundo cada vez mais estressante. A leveza das histórias faz você devorar o livro. Não se vive só de livros fodões, não é mesmo? Rir é fundamental.
Quem se interessar pelo gênero, deve conferir primeiramente as obras de Helen Fielding (autora da "bíblia" dos chick-lits: Bridget Jones), Sophie Kinsella (Os Delírios de Consumo de Becky Bloom) e Marian Keyes (Melancia). No Brasil, tem Leila Rego e Fernanda França.




