segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

TV: Charlie Sheen não cansa de ser polêmico






















A notícia babado de hoje no mundo da televisão abafou todos os comentários sobre Oscar (inclusive, tem muita gente falando que James Franco deveria agradecer por isso. O espírito de BOPE de cada um não gostou da apresentação dele ontem, tudo por causa de sua cara de drogado). Charlie Sheen aparece mais uma vez com uma nova polêmica: o astro de Two and a Half Men - seriado de maior sucesso dos Estados Unidos - disse que só volta a gravar se seu salário aumentar para Us$ 3 milhões por episódio.
Tá por fora? Ok, a gente explica.

Charlie Sheen
(45 anos na cara e nenhum juízo) não se parece com Charlie Harper, seu personagem em Two and a Half Men, só no nome. O ator também vive de farras com prostitutas, atrizes pornô e muita, muita bebedeira. Não havia mais surpresa ao ver o ator em reabilitações e faltando em dias de gravações. No mês de janeiro desse ano, após mais uma de suas festinhas, Charlie foi internado sentindo dores no abdômem causadas por uma hérnia. Mais uma vez ele foi pra reabilitação, tentando se livrar dos vícios. Isso causou um prejuízo milionário para a CBS (emissora do seriado) e Warner (a produtora). A volta do astro estava marcada para o final de fevereiro, porém, ao acusar o produtor Chuck Lorre de ser invejoso, verme e estúpido, a CBS e Warner decidiram que foi a gota d'água para o ator americano. Resultado? A 8ª temporada da série foi cancelada com 16 episódios (deveriam ser 24), não tem previsão de volta e não querem mais trabalhar com Sheen.
Não, essa ainda não é a notícia de hoje. Muito babado pra pouco café.
Em entrevista ao programa Today, Sheen disse que quer um aumento. Ele já recebe o maior salário da televisão americana (US$ 2 milhões por episódio), mas agora exige que passe para US$ 3 milhões. Disse ainda que a emissora vai ter que lamber seus pés.
"US$ 3 milhões um episódio. É pegar ou largar".

Sinceramente, Sheen? Adoramos seu trabalho como Charlie Harper, mas você não tem moral para exigir nada. Senta lá na rehab, Cláudia.

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